Triplo 30 permite antecipar o risco de fogo e prevenir acidentes em canaviais

A morte do motorista Marco Aurélio Sertório, de 37 anos, em um incêndio no canavial na região de Ribeirão Preto levanta mais uma vez o sinal vermelho para os perigos causados pelas queimadas nas áreas de plantio de cana-de-açúcar e coloca todo o setor sucroalcooleiro em alerta.

Na segunda-feira, Sertório seguia por uma estrada rural com um caminhão com dois semirreboques de cana-de-açúcar quando se deparou com um incêndio em um canavial.

No local, funcionários de uma usina, uma das que exploram a área, faziam o bloqueio da estrada em função do avanço das chamas e do combate ao fogo.

Hoje já é possível ter uma previsibilidade maior do risco de fogo nos canaviais por meio do monitoramento por satélite e de dados meteorológicos, antecipando a prevenção e o combate às queimadas, contribuindo para evitar que acidentes como o de Marco Aurélio Sertório voltem a acontecer.

A GMG Ambiental, a maior empresa de monitoramento de queimadas por satélite, desenvolveu o Triplo 30 – um indicador meteorológico que avalia o potencial de fogo, a dificuldade no seu combate e permite a tomada de decisões para enfrentar às queimadas caso venham ocorrer.

O Triplo 30 leva em conta a somatória de três fatores: umidade abaixo dos 30%, velocidade do vento acima de 30 km/h e temperatura acima de 30 graus.

“Quando aparecem juntos, é possível fazer um monitoramento constante, com até 10 dias de antecedência, das áreas de maior risco, além de avaliar o posicionamento dos brigadistas nas regiões, afirma Marcelo Romão, meteorologista da GMG Ambiental.

O índice é um importante aliado dos produtores rurais e das usinas sucroalcooleiras, pensado na vulnerabilidade das equipes de combate ao fogo e na perda de produtividade da safra de cana-de-açúcar.

Estimativa de um grande grupo do setor reportada pelo Jornal da Cana mostrou que em 2020 as áreas atingidas por incêndios registraram perda de massa de cana de 15%.

O prejuízo com incêndios gerou um custo de até R$ 2,30 por tonelada de cana para reposição da biomassa perdida. No total, apenas no último ano, o rombo em decorrência das queimadas nas áreas agrícolas superou os R$ 40 milhões.

De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), no ano passado, mais de 11 mil hectares de cana foram atingidos por incêndios apenas no Estado de São Paulo.

O cenário deve se repetir em 2021, já que o tempo seco intenso, um dos responsáveis por desencadear incêndios em áreas plantadas, prevalece no cenário climático deste ano, com uma estiagem severa.

A plataforma de monitoramento por satélite da GMG Ambiental possui, ainda, uma ampla base histórica para o cliente avaliar a recorrência de foco de incêndio em determinadas áreas ao longo dos anos, conta Marcelo Romão.

Tempo seco e incêndios acendem alerta de ameaça à safra da cana no Brasil

Usinas de cana-de-açúcar adotam sistema inteligente para prevenir e combater focos de fogo nas plantações.

Os incêndios criminosos ou acidentais nos canaviais geram preocupação ao setor sucroenergético. Além dos prejuízos ambientais e financeiros causados pelo fogo, ele também ameaça interferir no volume produzido, impactando na possível redução da safra brasileira da commodity.

Estimativa de um grande grupo do setor reportada pelo Jornal da Cana mostrou que em 2020 as áreas atingidas por incêndios registraram perda de massa de cana de 15%. O prejuízo com incêndios gerou um custo de até R$ 2,30 por tonelada de cana para reposição da biomassa perdida. No total, apenas no último ano, o rombo em decorrência das queimadas nas áreas agrícolas superou os R$ 40 milhões.

De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), no ano passado mais de 11 mil hectares de cana foram atingidos por incêndios apenas no Estado de São Paulo. (https://unica.com.br/noticias/incendios-colocam-canaviais-em-risco-em-sao-paulo/)

Mesmo diante desses desafios, a região Centro-Sul do Brasil concluiu a safra 20/21 com 605,46 milhões de toneladas de cana-de-açúcar processadas e registrou crescimento de 2,56% sobre a temporada 19/20.

No entanto, o tempo seco intenso em 2020, um dos responsáveis por desencadear incêndios em áreas plantadas, deve prevalecer no cenário climático deste ano, com uma estiagem ainda mais severa.

Por conta dessa previsão, entre tradings, corretores e analistas, a produção de açúcar pode ser reduzida em 2,8 milhões de toneladas já em 2021.

As áreas de cultivo em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul registraram apenas de 5% a 25% das chuvas em relação ao que era esperado para os últimos meses. Se considerada a precipitação de formação – ocorrida após o plantio ou a colheita – são apenas 882 mm acumulados entre abril de 2020 e março de 2021, contra 1.336 mm em 2020/21, como revela o site Ciência da Cana (https://cienciadacana.com.br/o-que-esperar-da-safra-2021-22/).

Neste cenário, a GMG Ambiental, empresa com sede em São José do Rio Preto (452 km a noroeste de São Paulo), combina o monitoramento por satélite a uma série de ferramentas de apoio às equipes de seus clientes, como as usinas, no combate às queimadas.  Hoje grandes empresas do setor sucroalcooleiro, como a Tereos, BP Bunge Bioenergética, NovAmerica, Cofco e os plantadores de cana associados à Canaoeste já utilizam a plataforma com excelentes resultados.

Leia aqui dos cases da Tereos, BP Bunge e NovAmérica em nosso site.

A GMG Ambiental vai além do monitoramento e realiza também uma gestão de informações a partir de uma análise automatizada por algoritmos precisos na sua plataforma. A utilização desses recursos tecnológicos possibilita ampla produtividade na safra e alta taxa de assertividade na prevenção e combate aos focos de incêndio.,

Tudo isso permite que as usinas monitorem as áreas plantadas, diminuindo o tempo de resposta em caso de identificação de algum foco de incêndio em até 50%, além de colaborar para elaboração de estratégias e na geração de melhores resultados, tanto ambientais quanto financeiros.

Gestão da informação e monitoramento proporcionam agilidade

Atualmente, 99,6% de toda cana-de-açúcar cultivada em São Paulo é colhida sem queima. O setor, que evoluiu em seus métodos pré-colheita e melhora a qualidade da matéria-prima a cada ano, também exige ferramentas que contribuam para uma gestão inteligente e de alta performance.

A plataforma utiliza 13 satélites que monitoram áreas plantadas e suas proximidades e disponibiliza funcionalidades que agilizam o atendimento a e ocorrências, gerando relatórios completos.

“É uma solução não só para o monitoramento em quase tempo real, mas também uma ferramenta de gestão da informação. Por meio dela, é possível tomar decisões que vão desde a previsão de risco de incêndio e posicionamento estratégico de brigadistas até a geração de análises aprofundadas de causas e impactos dos incêndios nas áreas plantadas”, destaca Flávia Bressanin, diretora da GMG Ambiental.

No geral, focos de incêndio nas plantações têm origem em áreas próximas a rodovias. A própria ação do Sol em contato com algum material descartado pode iniciar um incêndio.

A plataforma desenvolvida pela GMG Ambiental permite que as equipes sejam alertadas sobre os possíveis focos de incêndio nas áreas plantadas.

Segundo Flávia, entre as novidades está o envio de alertas via WhatsApp com a coordenada do foco de incêndio. Hoje já são emitidos alertas visuais e sonoros nas salas de monitoramento e ligação via inteligência artificial para as brigadas. Agora, com o Whatsapp, o envio de equipes para combate ao fogo ficou ainda mais rápido”, explica.

Outra funcionalidade importante da plataforma é a identificação do possível ponto de início do foco de incêndio, mostrando se o fogo começou fora da área e se o vento o para o canavial, por exemplo. Essa informação é fundamental para a defesa jurídica das multas ambientais.

Triplo 30: análise meteorológica e prevenção ao risco de fogo

A plataforma GMG Ambiental também reúne indicadores meteorológicos, como temperatura, velocidade e direção do vento, precipitação pluviométrica e umidade relativa do ar. Todos esses índices interferem diretamente na ocorrência de queimadas. Com a tecnologia, é possível trabalhar com a antecipação de até 10 dias na previsão do risco de fogo.  

“Os indicadores meteorológicos disponibilizados pela plataforma auxiliam na previsibilidade de risco, ou seja, na prevenção e na tomada de decisões, como posicionamento dos brigadistas nas regiões em que há maior possibilidade de incêndio. Nosso sistema possui uma ampla base histórica para o cliente avaliar a recorrência de foco de incêndio em determinadas áreas ao longo dos anos”, exemplifica a diretora da GMG Ambiental.

O Triplo 30, uma somatória de três fatores, umidade abaixo dos 30%, velocidade do vento acima de 30 km/h e temperatura acima de 30 graus, que, em caso de sua ocorrência, dificulta o combate do incêndio. “Esse indicador foi criado para alertar sobre os riscos de vida dos brigadistas nesses tipos de ocorrências”.

Relatório de Cicatriz permite análise minuciosa da área queimada

Um dos principais diferenciais da tecnologia utilizada pelo sistema da GMG Ambiental é a gestão da informação, que possibilita ao cliente inserir e editar dados facilmente e extrair relatórios analíticos da própria plataforma.

A partir do monitoramento 24 horas das áreas agrícolas, a ferramenta disponibiliza dois modelos de relatório: por Foco de Queimada, gerado automaticamente no momento da ocorrência, e Mensal das Ocorrências, gerado conforme a necessidade do cliente.

“Identificar a cicatriz deixada pelo incêndio, demarcando e quantificando em hectares a área atingida é útil nas atividades de recuperação ou correção da agricultura praticada na área e no suporte em defesa dos autos de infração.

O relatório de cicatriz da GMG Ambiental faz a medição de área queimada comparando as imagens geradas por satélite antes e depois da ocorrência, o que dá respaldo jurídico e contribui com grande parte da pontuação do nexo causal da Polícia Ambiental”, contextualiza Flávia Bressanin.

O relatório de cicatriz apresenta ainda dados meteorológicos do momento do incêndio: como estava umidade do ar, a temperatura, se havia vento de rajada, qual a direção e velocidade do vento, entre outras informações que podem ajudar a determinar onde o fogo iniciou.

Aplicativo para Gestão de Campo otimiza tempo e processos

Para que toda essa tecnologia seja funcional e prática, a GMG Ambiental desenvolveu um aplicativo de gestão que contribui com as frentes de combate aos incêndios, tanto internamente quanto no campo. A ferramenta, que permite customização completa de acordo com a necessidade, funciona também off-line e dá agilidade ao preenchimento e gestão das informações. Para Flávia Bressanin, a rapidez com que os dados são preenchidos e disponibilizados para análise é fundamental. “Antes, tudo era feito manualmente, por meio de pranchetas. Com o aplicativo da GMG Ambiental para as equipes de campo têm a facilidade de inserir todos os dados, inclusive com fotos, e subir para o servidor, onde pode ser editado, Toda a informação é disponibilizada às áreas que atuam no monitoramento e combate aos incêndios em dashboards para análise.”.

Case NovAmérica: GMG Ambiental facilita e integra equipes de combate ao fogo

Em busca de uma solução para enfrentar os incêndios criminosos, a NovAmérica investiu na ferramenta da GMG Ambiental.

Depois que as queimadas legalizadas foram extintas, há ocorrências de incêndios e todo gerenciamento são feitos para que eles não aconteçam durante as operações de colheitas, que é toda mecanizada.

O uso da ferramenta, no dia a dia, traz uma série de benefícios, que foram destacados pelo engenheiro ambiental da NovAmérica, Leandro Dias.

A assertividade da ferramenta na identificação de incêndios proporciona um tempo de resposta muito rápido ao combate. Mesmo os caminhões se deslocando com velocidade reduzida, por conta do volume de água, a precisão facilita o trabalho da equipe de combate.

Quanto aos focos de incêndio em áreas vizinhas, a ferramenta propicia acompanhar e monitorar para que seja feito o controle, caso o incêndio atinja a área da propriedade.

No tocante ao risco de fogo, é possível identificá-lo de maneira fácil e rápida, e compartilhar com os operadores que estão no campo, por meio do WhatsApp, facilitando o entendimento e aumentando a atenção.

A localização dos caminhões também é favorável, porque diante do alerta de um foco de incêndio, é possível saber onde eles estão, e qual deve ser deslocado primeiro.

“Com a recorrência de focos que a ferramenta nos proporciona, identificamos pontos críticos e montarmos o PPI – Plano de Prevenção de Incêndio, que apresentamos para a polícia ambiental anualmente. Com as melhorias, a polícia começa a nos olhar de forma diferenciada. A ferramenta nos ajuda a colocar as coisas de maneira diferente, tanto para o órgão fiscalizar quando para a sociedade”, destaca Leandro.

Eles também fazem uso das ferramentas de relatórios de campo pelo aplicativo da GMG. São elas: aceiro, para gestão e precaução; relatório de cicatriz, que faz o relato de área após o ocorrido; e a própria porta-fogo.

Veja mais pelo link:

https://www.youtube.com/watch?v=OwKHoa0g8s0&t=452s

BP Bunge Bioenergia consolida adoção de sistema de monitoramento de incêndios por satélite da Gmg Ambiental

Além da captação de imagens por satélite, plataforma utiliza inteligência artificial para disparar alertas de fogo em áreas de canaviais.

Após um período de rigorosos testes de eficiência, a BP Bunge Bioenergia, uma das maiores companhias do Brasil no setor sucroenergético, está consolidando a adoção de sistema de monitoramento de incêndios em áreas de canaviais a partir do uso de imagens captadas por satélite.

A plataforma, desenvolvida pela empresa GMG Ambiental, permite que as equipes sejam alertadas sobre possíveis incêndios nos canaviais e em seu entorno. Pelo uso de inteligência artificial, o sistema tem capacidade de identificar autonomamente focos de fogo, emitindo alertas visuais e sonoros nas salas de monitoramento e ligação de aviso às brigadas de combate a incêndios. A ferramenta inclui também o envio de alertas via WhatsApp, com indicação da coordenada do foco de incêndio.

“A BP Bunge jamais usa fogo em suas atividades nos canaviais. Toda a colheita de suas 11 unidades é 100% mecanizada. Mas convivemos com riscos de incêndios nos canaviais, principalmente em épocas de seca, como a atual. Por isso, além de possuir estruturas e pessoal preparado para identificar focos de fogo, a empresa tem investido significativamente para reduzir os riscos com queimadas”, afirma Nadia Gama, diretora de HSSM (Saúde, Segurança e Meio Ambiente) da BP Bunge.

A plataforma adotada pela BP Bunge utiliza 13 satélites que monitoram áreas áreas de plantio e suas proximidades, disponibilizando as funcionalidades que agilizam o atendimento a ocorrências e gerando relatórios completos para o planejamento preventivo.

“O combate a incêndios exige que focos de fogo sejam identificados o mais rápido possível, para que as equipes de brigadistas, apoiadas por caminhões pipa, possam se deslocar com a maior urgência aos locais das ocorrências. Dessa forma, contar com uma ferramenta que utiliza imagens captadas por satélites e que dispõe de sistemas ágeis de alerta, como é o caso da plataforma da GMG, é um diferencial que tem contribuído significativamente para o sucesso das ações de combate a incêndios de nossa companhia”, acrescenta Nadia Gama.

Além da plataforma de captação de imagens por satélite, o Programa de Prevenção e Combate a Incêndios investe na aquisição e manutenção de equipamentos; formação, treinamento e gestão de equipes com centenas de brigadistas; procedimentos de limpeza de máquinas e dos carreadores de acesso às áreas; manutenção de aceiros; promoção de campanhas internas e externas de prevenção, inclusive em parceria com as Associações do setor em cada estado de atuação; e gestão de sistemas de apoio.

https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/sucroenergetico/291963-bp-bunge-bioenergia-consolida-adocao-de-sistema-de-monitoramento-de-incendios-por-satelite.html#.YOdGCOhKhPZ

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Triplo 30 permite antecipar o risco de fogo e prevenir acidentes em canaviais

A morte do motorista Marco Aurélio Sertório, de 37 anos, em um incêndio no canavial na região de Ribeirão Preto levanta mais uma vez o sinal vermelho para os perigos causados pelas queimadas nas áreas de plantio de cana-de-açúcar e coloca todo o setor sucroalcooleiro em alerta.

Na segunda-feira, Sertório seguia por uma estrada rural com um caminhão com dois semirreboques de cana-de-açúcar quando se deparou com um incêndio em um canavial.

No local, funcionários de uma usina, uma das que exploram a área, faziam o bloqueio da estrada em função do avanço das chamas e do combate ao fogo.

Hoje já é possível ter uma previsibilidade maior do risco de fogo nos canaviais por meio do monitoramento por satélite e de dados meteorológicos, antecipando a prevenção e o combate às queimadas, contribuindo para evitar que acidentes como o de Marco Aurélio Sertório voltem a acontecer.

A GMG Ambiental, a maior empresa de monitoramento de queimadas por satélite, desenvolveu o Triplo 30 – um indicador meteorológico que avalia o potencial de fogo, a dificuldade no seu combate e permite a tomada de decisões para enfrentar às queimadas caso venham ocorrer.

O Triplo 30 leva em conta a somatória de três fatores: umidade abaixo dos 30%, velocidade do vento acima de 30 km/h e temperatura acima de 30 graus.

“Quando aparecem juntos, é possível fazer um monitoramento constante, com até 10 dias de antecedência, das áreas de maior risco, além de avaliar o posicionamento dos brigadistas nas regiões, afirma Marcelo Romão, meteorologista da GMG Ambiental.

O índice é um importante aliado dos produtores rurais e das usinas sucroalcooleiras, pensado na vulnerabilidade das equipes de combate ao fogo e na perda de produtividade da safra de cana-de-açúcar.

Estimativa de um grande grupo do setor reportada pelo Jornal da Cana mostrou que em 2020 as áreas atingidas por incêndios registraram perda de massa de cana de 15%.

O prejuízo com incêndios gerou um custo de até R$ 2,30 por tonelada de cana para reposição da biomassa perdida. No total, apenas no último ano, o rombo em decorrência das queimadas nas áreas agrícolas superou os R$ 40 milhões.

De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), no ano passado, mais de 11 mil hectares de cana foram atingidos por incêndios apenas no Estado de São Paulo.

O cenário deve se repetir em 2021, já que o tempo seco intenso, um dos responsáveis por desencadear incêndios em áreas plantadas, prevalece no cenário climático deste ano, com uma estiagem severa.

A plataforma de monitoramento por satélite da GMG Ambiental possui, ainda, uma ampla base histórica para o cliente avaliar a recorrência de foco de incêndio em determinadas áreas ao longo dos anos, conta Marcelo Romão.

Tempo seco e incêndios acendem alerta de ameaça à safra da cana no Brasil

Usinas de cana-de-açúcar adotam sistema inteligente para prevenir e combater focos de fogo nas plantações.

Os incêndios criminosos ou acidentais nos canaviais geram preocupação ao setor sucroenergético. Além dos prejuízos ambientais e financeiros causados pelo fogo, ele também ameaça interferir no volume produzido, impactando na possível redução da safra brasileira da commodity.

Estimativa de um grande grupo do setor reportada pelo Jornal da Cana mostrou que em 2020 as áreas atingidas por incêndios registraram perda de massa de cana de 15%. O prejuízo com incêndios gerou um custo de até R$ 2,30 por tonelada de cana para reposição da biomassa perdida. No total, apenas no último ano, o rombo em decorrência das queimadas nas áreas agrícolas superou os R$ 40 milhões.

De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), no ano passado mais de 11 mil hectares de cana foram atingidos por incêndios apenas no Estado de São Paulo. (https://unica.com.br/noticias/incendios-colocam-canaviais-em-risco-em-sao-paulo/)

Mesmo diante desses desafios, a região Centro-Sul do Brasil concluiu a safra 20/21 com 605,46 milhões de toneladas de cana-de-açúcar processadas e registrou crescimento de 2,56% sobre a temporada 19/20.

No entanto, o tempo seco intenso em 2020, um dos responsáveis por desencadear incêndios em áreas plantadas, deve prevalecer no cenário climático deste ano, com uma estiagem ainda mais severa.

Por conta dessa previsão, entre tradings, corretores e analistas, a produção de açúcar pode ser reduzida em 2,8 milhões de toneladas já em 2021.

As áreas de cultivo em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul registraram apenas de 5% a 25% das chuvas em relação ao que era esperado para os últimos meses. Se considerada a precipitação de formação – ocorrida após o plantio ou a colheita – são apenas 882 mm acumulados entre abril de 2020 e março de 2021, contra 1.336 mm em 2020/21, como revela o site Ciência da Cana (https://cienciadacana.com.br/o-que-esperar-da-safra-2021-22/).

Neste cenário, a GMG Ambiental, empresa com sede em São José do Rio Preto (452 km a noroeste de São Paulo), combina o monitoramento por satélite a uma série de ferramentas de apoio às equipes de seus clientes, como as usinas, no combate às queimadas.  Hoje grandes empresas do setor sucroalcooleiro, como a Tereos, BP Bunge Bioenergética, NovAmerica, Cofco e os plantadores de cana associados à Canaoeste já utilizam a plataforma com excelentes resultados.

Leia aqui dos cases da Tereos, BP Bunge e NovAmérica em nosso site.

A GMG Ambiental vai além do monitoramento e realiza também uma gestão de informações a partir de uma análise automatizada por algoritmos precisos na sua plataforma. A utilização desses recursos tecnológicos possibilita ampla produtividade na safra e alta taxa de assertividade na prevenção e combate aos focos de incêndio.,

Tudo isso permite que as usinas monitorem as áreas plantadas, diminuindo o tempo de resposta em caso de identificação de algum foco de incêndio em até 50%, além de colaborar para elaboração de estratégias e na geração de melhores resultados, tanto ambientais quanto financeiros.

Gestão da informação e monitoramento proporcionam agilidade

Atualmente, 99,6% de toda cana-de-açúcar cultivada em São Paulo é colhida sem queima. O setor, que evoluiu em seus métodos pré-colheita e melhora a qualidade da matéria-prima a cada ano, também exige ferramentas que contribuam para uma gestão inteligente e de alta performance.

A plataforma utiliza 13 satélites que monitoram áreas plantadas e suas proximidades e disponibiliza funcionalidades que agilizam o atendimento a e ocorrências, gerando relatórios completos.

“É uma solução não só para o monitoramento em quase tempo real, mas também uma ferramenta de gestão da informação. Por meio dela, é possível tomar decisões que vão desde a previsão de risco de incêndio e posicionamento estratégico de brigadistas até a geração de análises aprofundadas de causas e impactos dos incêndios nas áreas plantadas”, destaca Flávia Bressanin, diretora da GMG Ambiental.

No geral, focos de incêndio nas plantações têm origem em áreas próximas a rodovias. A própria ação do Sol em contato com algum material descartado pode iniciar um incêndio.

A plataforma desenvolvida pela GMG Ambiental permite que as equipes sejam alertadas sobre os possíveis focos de incêndio nas áreas plantadas.

Segundo Flávia, entre as novidades está o envio de alertas via WhatsApp com a coordenada do foco de incêndio. Hoje já são emitidos alertas visuais e sonoros nas salas de monitoramento e ligação via inteligência artificial para as brigadas. Agora, com o Whatsapp, o envio de equipes para combate ao fogo ficou ainda mais rápido”, explica.

Outra funcionalidade importante da plataforma é a identificação do possível ponto de início do foco de incêndio, mostrando se o fogo começou fora da área e se o vento o para o canavial, por exemplo. Essa informação é fundamental para a defesa jurídica das multas ambientais.

Triplo 30: análise meteorológica e prevenção ao risco de fogo

A plataforma GMG Ambiental também reúne indicadores meteorológicos, como temperatura, velocidade e direção do vento, precipitação pluviométrica e umidade relativa do ar. Todos esses índices interferem diretamente na ocorrência de queimadas. Com a tecnologia, é possível trabalhar com a antecipação de até 10 dias na previsão do risco de fogo.  

“Os indicadores meteorológicos disponibilizados pela plataforma auxiliam na previsibilidade de risco, ou seja, na prevenção e na tomada de decisões, como posicionamento dos brigadistas nas regiões em que há maior possibilidade de incêndio. Nosso sistema possui uma ampla base histórica para o cliente avaliar a recorrência de foco de incêndio em determinadas áreas ao longo dos anos”, exemplifica a diretora da GMG Ambiental.

O Triplo 30, uma somatória de três fatores, umidade abaixo dos 30%, velocidade do vento acima de 30 km/h e temperatura acima de 30 graus, que, em caso de sua ocorrência, dificulta o combate do incêndio. “Esse indicador foi criado para alertar sobre os riscos de vida dos brigadistas nesses tipos de ocorrências”.

Relatório de Cicatriz permite análise minuciosa da área queimada

Um dos principais diferenciais da tecnologia utilizada pelo sistema da GMG Ambiental é a gestão da informação, que possibilita ao cliente inserir e editar dados facilmente e extrair relatórios analíticos da própria plataforma.

A partir do monitoramento 24 horas das áreas agrícolas, a ferramenta disponibiliza dois modelos de relatório: por Foco de Queimada, gerado automaticamente no momento da ocorrência, e Mensal das Ocorrências, gerado conforme a necessidade do cliente.

“Identificar a cicatriz deixada pelo incêndio, demarcando e quantificando em hectares a área atingida é útil nas atividades de recuperação ou correção da agricultura praticada na área e no suporte em defesa dos autos de infração.

O relatório de cicatriz da GMG Ambiental faz a medição de área queimada comparando as imagens geradas por satélite antes e depois da ocorrência, o que dá respaldo jurídico e contribui com grande parte da pontuação do nexo causal da Polícia Ambiental”, contextualiza Flávia Bressanin.

O relatório de cicatriz apresenta ainda dados meteorológicos do momento do incêndio: como estava umidade do ar, a temperatura, se havia vento de rajada, qual a direção e velocidade do vento, entre outras informações que podem ajudar a determinar onde o fogo iniciou.

Aplicativo para Gestão de Campo otimiza tempo e processos

Para que toda essa tecnologia seja funcional e prática, a GMG Ambiental desenvolveu um aplicativo de gestão que contribui com as frentes de combate aos incêndios, tanto internamente quanto no campo. A ferramenta, que permite customização completa de acordo com a necessidade, funciona também off-line e dá agilidade ao preenchimento e gestão das informações. Para Flávia Bressanin, a rapidez com que os dados são preenchidos e disponibilizados para análise é fundamental. “Antes, tudo era feito manualmente, por meio de pranchetas. Com o aplicativo da GMG Ambiental para as equipes de campo têm a facilidade de inserir todos os dados, inclusive com fotos, e subir para o servidor, onde pode ser editado, Toda a informação é disponibilizada às áreas que atuam no monitoramento e combate aos incêndios em dashboards para análise.”.

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Triplo 30 permite antecipar o risco de fogo e prevenir acidentes em canaviais

A morte do motorista Marco Aurélio Sertório, de 37 anos, em um incêndio no canavial na região de Ribeirão Preto levanta mais uma vez o sinal vermelho para os perigos causados pelas queimadas nas áreas de plantio de cana-de-açúcar e coloca todo o setor sucroalcooleiro em alerta.

Na segunda-feira, Sertório seguia por uma estrada rural com um caminhão com dois semirreboques de cana-de-açúcar quando se deparou com um incêndio em um canavial.

No local, funcionários de uma usina, uma das que exploram a área, faziam o bloqueio da estrada em função do avanço das chamas e do combate ao fogo.

Hoje já é possível ter uma previsibilidade maior do risco de fogo nos canaviais por meio do monitoramento por satélite e de dados meteorológicos, antecipando a prevenção e o combate às queimadas, contribuindo para evitar que acidentes como o de Marco Aurélio Sertório voltem a acontecer.

A GMG Ambiental, a maior empresa de monitoramento de queimadas por satélite, desenvolveu o Triplo 30 – um indicador meteorológico que avalia o potencial de fogo, a dificuldade no seu combate e permite a tomada de decisões para enfrentar às queimadas caso venham ocorrer.

O Triplo 30 leva em conta a somatória de três fatores: umidade abaixo dos 30%, velocidade do vento acima de 30 km/h e temperatura acima de 30 graus.

“Quando aparecem juntos, é possível fazer um monitoramento constante, com até 10 dias de antecedência, das áreas de maior risco, além de avaliar o posicionamento dos brigadistas nas regiões, afirma Marcelo Romão, meteorologista da GMG Ambiental.

O índice é um importante aliado dos produtores rurais e das usinas sucroalcooleiras, pensado na vulnerabilidade das equipes de combate ao fogo e na perda de produtividade da safra de cana-de-açúcar.

Estimativa de um grande grupo do setor reportada pelo Jornal da Cana mostrou que em 2020 as áreas atingidas por incêndios registraram perda de massa de cana de 15%.

O prejuízo com incêndios gerou um custo de até R$ 2,30 por tonelada de cana para reposição da biomassa perdida. No total, apenas no último ano, o rombo em decorrência das queimadas nas áreas agrícolas superou os R$ 40 milhões.

De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), no ano passado, mais de 11 mil hectares de cana foram atingidos por incêndios apenas no Estado de São Paulo.

O cenário deve se repetir em 2021, já que o tempo seco intenso, um dos responsáveis por desencadear incêndios em áreas plantadas, prevalece no cenário climático deste ano, com uma estiagem severa.

A plataforma de monitoramento por satélite da GMG Ambiental possui, ainda, uma ampla base histórica para o cliente avaliar a recorrência de foco de incêndio em determinadas áreas ao longo dos anos, conta Marcelo Romão.

Tempo seco e incêndios acendem alerta de ameaça à safra da cana no Brasil

Usinas de cana-de-açúcar adotam sistema inteligente para prevenir e combater focos de fogo nas plantações.

Os incêndios criminosos ou acidentais nos canaviais geram preocupação ao setor sucroenergético. Além dos prejuízos ambientais e financeiros causados pelo fogo, ele também ameaça interferir no volume produzido, impactando na possível redução da safra brasileira da commodity.

Estimativa de um grande grupo do setor reportada pelo Jornal da Cana mostrou que em 2020 as áreas atingidas por incêndios registraram perda de massa de cana de 15%. O prejuízo com incêndios gerou um custo de até R$ 2,30 por tonelada de cana para reposição da biomassa perdida. No total, apenas no último ano, o rombo em decorrência das queimadas nas áreas agrícolas superou os R$ 40 milhões.

De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), no ano passado mais de 11 mil hectares de cana foram atingidos por incêndios apenas no Estado de São Paulo. (https://unica.com.br/noticias/incendios-colocam-canaviais-em-risco-em-sao-paulo/)

Mesmo diante desses desafios, a região Centro-Sul do Brasil concluiu a safra 20/21 com 605,46 milhões de toneladas de cana-de-açúcar processadas e registrou crescimento de 2,56% sobre a temporada 19/20.

No entanto, o tempo seco intenso em 2020, um dos responsáveis por desencadear incêndios em áreas plantadas, deve prevalecer no cenário climático deste ano, com uma estiagem ainda mais severa.

Por conta dessa previsão, entre tradings, corretores e analistas, a produção de açúcar pode ser reduzida em 2,8 milhões de toneladas já em 2021.

As áreas de cultivo em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul registraram apenas de 5% a 25% das chuvas em relação ao que era esperado para os últimos meses. Se considerada a precipitação de formação – ocorrida após o plantio ou a colheita – são apenas 882 mm acumulados entre abril de 2020 e março de 2021, contra 1.336 mm em 2020/21, como revela o site Ciência da Cana (https://cienciadacana.com.br/o-que-esperar-da-safra-2021-22/).

Neste cenário, a GMG Ambiental, empresa com sede em São José do Rio Preto (452 km a noroeste de São Paulo), combina o monitoramento por satélite a uma série de ferramentas de apoio às equipes de seus clientes, como as usinas, no combate às queimadas.  Hoje grandes empresas do setor sucroalcooleiro, como a Tereos, BP Bunge Bioenergética, NovAmerica, Cofco e os plantadores de cana associados à Canaoeste já utilizam a plataforma com excelentes resultados.

Leia aqui dos cases da Tereos, BP Bunge e NovAmérica em nosso site.

A GMG Ambiental vai além do monitoramento e realiza também uma gestão de informações a partir de uma análise automatizada por algoritmos precisos na sua plataforma. A utilização desses recursos tecnológicos possibilita ampla produtividade na safra e alta taxa de assertividade na prevenção e combate aos focos de incêndio.,

Tudo isso permite que as usinas monitorem as áreas plantadas, diminuindo o tempo de resposta em caso de identificação de algum foco de incêndio em até 50%, além de colaborar para elaboração de estratégias e na geração de melhores resultados, tanto ambientais quanto financeiros.

Gestão da informação e monitoramento proporcionam agilidade

Atualmente, 99,6% de toda cana-de-açúcar cultivada em São Paulo é colhida sem queima. O setor, que evoluiu em seus métodos pré-colheita e melhora a qualidade da matéria-prima a cada ano, também exige ferramentas que contribuam para uma gestão inteligente e de alta performance.

A plataforma utiliza 13 satélites que monitoram áreas plantadas e suas proximidades e disponibiliza funcionalidades que agilizam o atendimento a e ocorrências, gerando relatórios completos.

“É uma solução não só para o monitoramento em quase tempo real, mas também uma ferramenta de gestão da informação. Por meio dela, é possível tomar decisões que vão desde a previsão de risco de incêndio e posicionamento estratégico de brigadistas até a geração de análises aprofundadas de causas e impactos dos incêndios nas áreas plantadas”, destaca Flávia Bressanin, diretora da GMG Ambiental.

No geral, focos de incêndio nas plantações têm origem em áreas próximas a rodovias. A própria ação do Sol em contato com algum material descartado pode iniciar um incêndio.

A plataforma desenvolvida pela GMG Ambiental permite que as equipes sejam alertadas sobre os possíveis focos de incêndio nas áreas plantadas.

Segundo Flávia, entre as novidades está o envio de alertas via WhatsApp com a coordenada do foco de incêndio. Hoje já são emitidos alertas visuais e sonoros nas salas de monitoramento e ligação via inteligência artificial para as brigadas. Agora, com o Whatsapp, o envio de equipes para combate ao fogo ficou ainda mais rápido”, explica.

Outra funcionalidade importante da plataforma é a identificação do possível ponto de início do foco de incêndio, mostrando se o fogo começou fora da área e se o vento o para o canavial, por exemplo. Essa informação é fundamental para a defesa jurídica das multas ambientais.

Triplo 30: análise meteorológica e prevenção ao risco de fogo

A plataforma GMG Ambiental também reúne indicadores meteorológicos, como temperatura, velocidade e direção do vento, precipitação pluviométrica e umidade relativa do ar. Todos esses índices interferem diretamente na ocorrência de queimadas. Com a tecnologia, é possível trabalhar com a antecipação de até 10 dias na previsão do risco de fogo.  

“Os indicadores meteorológicos disponibilizados pela plataforma auxiliam na previsibilidade de risco, ou seja, na prevenção e na tomada de decisões, como posicionamento dos brigadistas nas regiões em que há maior possibilidade de incêndio. Nosso sistema possui uma ampla base histórica para o cliente avaliar a recorrência de foco de incêndio em determinadas áreas ao longo dos anos”, exemplifica a diretora da GMG Ambiental.

O Triplo 30, uma somatória de três fatores, umidade abaixo dos 30%, velocidade do vento acima de 30 km/h e temperatura acima de 30 graus, que, em caso de sua ocorrência, dificulta o combate do incêndio. “Esse indicador foi criado para alertar sobre os riscos de vida dos brigadistas nesses tipos de ocorrências”.

Relatório de Cicatriz permite análise minuciosa da área queimada

Um dos principais diferenciais da tecnologia utilizada pelo sistema da GMG Ambiental é a gestão da informação, que possibilita ao cliente inserir e editar dados facilmente e extrair relatórios analíticos da própria plataforma.

A partir do monitoramento 24 horas das áreas agrícolas, a ferramenta disponibiliza dois modelos de relatório: por Foco de Queimada, gerado automaticamente no momento da ocorrência, e Mensal das Ocorrências, gerado conforme a necessidade do cliente.

“Identificar a cicatriz deixada pelo incêndio, demarcando e quantificando em hectares a área atingida é útil nas atividades de recuperação ou correção da agricultura praticada na área e no suporte em defesa dos autos de infração.

O relatório de cicatriz da GMG Ambiental faz a medição de área queimada comparando as imagens geradas por satélite antes e depois da ocorrência, o que dá respaldo jurídico e contribui com grande parte da pontuação do nexo causal da Polícia Ambiental”, contextualiza Flávia Bressanin.

O relatório de cicatriz apresenta ainda dados meteorológicos do momento do incêndio: como estava umidade do ar, a temperatura, se havia vento de rajada, qual a direção e velocidade do vento, entre outras informações que podem ajudar a determinar onde o fogo iniciou.

Aplicativo para Gestão de Campo otimiza tempo e processos

Para que toda essa tecnologia seja funcional e prática, a GMG Ambiental desenvolveu um aplicativo de gestão que contribui com as frentes de combate aos incêndios, tanto internamente quanto no campo. A ferramenta, que permite customização completa de acordo com a necessidade, funciona também off-line e dá agilidade ao preenchimento e gestão das informações. Para Flávia Bressanin, a rapidez com que os dados são preenchidos e disponibilizados para análise é fundamental. “Antes, tudo era feito manualmente, por meio de pranchetas. Com o aplicativo da GMG Ambiental para as equipes de campo têm a facilidade de inserir todos os dados, inclusive com fotos, e subir para o servidor, onde pode ser editado, Toda a informação é disponibilizada às áreas que atuam no monitoramento e combate aos incêndios em dashboards para análise.”.

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