Ferramenta busca previsibilidade no monitoramento dos focos de incêndios

Quando o assunto são as queimadas, muitas coisas mudaram nos últimos anos. Antes elas eram autorizadas e, com isso, programadas. Os foguistas se preparavam para fazê-las e depois matar o fogo.

“Há cinco anos tínhamos a previsibilidade. Com o avanço da tecnologia e legislação, hoje temos os incêndios, que não são previsíveis. E veio a dúvida de como lidar com isso”, destaca Edilberto Bannwart, diretor de sustentabilidade da ESG-Bannwart Consulting.

Bannwart, que na época então diretor de Sustentabilidade da Tereos, viu a necessidade de procurar a GMG Ambiental e propor o desafio de buscar uma ferramenta que levasse mais previsibilidade, monitorando os focos de incêndios.

“Então esbarramos em outro desafio, que é a resistência à tecnologia. Era muito focado em como apagar o fogo, e quando você fala de satélite existe certa dificuldade”, completa Edilberto.

Mas os bons resultados trazidos pela tecnologia mostraram que fazer de uma nova forma era viável. E com o passar do tempo, vieram os aprimoramentos, o tempo de detecção dos focos de incêndio foram melhorando, assim como a comunicação.

A tecnologia desenvolvida pela GMG Ambiental propicia o gerenciamento total, inclusive com o checklist da polícia ambiental.

“Antes as usinas eram sempre condenadas pelo incêndio. Com o checklist, isso se tornou mais racional. Precisa melhorar a pontuação para quem investe em tecnologia de monitoramento, assim evita-se pagar multa injustamente”, sugere o especialista da ESG-Bannwart Consulting.

Ele acredita que a plataforma de monitoramento veio para mudar a forma como as usinas atuam no combate aos incêndios e gestão ambiental.

Outro passo importante é informar a sociedade sobre o que está sendo feito no tocante ao combate de incêndios. “A comunidade tem resistência em acreditar que as empresas sérias não colocam fogo na cana. Às vezes, estamos combatendo um incêndio e alguém registra, posta e criminaliza a ação. São vários os desafios que teremos, o importante é informar”, finaliza Edilberto.

Saiba mais sobre o assunto na live promovida pela GMG Ambiental no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=OwKHoa0g8s0&t=447s

Scroll to top